Segunda-Feira, 23 de Janeiro de 2017
Aventura sob o céu da Toscana
Viajar sozinho pode ser uma experiência maravilhosa
Por Cristina Bologna Flora

Muita gente tem receio de viajar sozinha, mas esta é uma prática que vem crescendo. E para provar que a experiência pode ser uma das melhores, convidamos nosso cliente Marco Polo, que se aventurou sozinho pela Itália, a descrever suas conclusões.
A Toscana é uma das maiores regiões italianas em território e número de habitantes. Situada na Itália central, é banhada pelo Mar da Ligúria e o Mar Tirreno.
No relevo da região predominam os morros e colinas, bem como importantes formações montanhosas com paisagens lindíssimas e construções medievais, fazendo desta uma excelente escolha de viagem, sozinho ou acompanhado, como explica no depoimento abaixo nosso cliente Marco Polo.

“Assumo que, apesar de já ter realizado divertidas e prazerosas viagens acompanhado de amigos ou grupos, às vezes minha opção é exatamente esta: sair por aí sozinho.
O primeiro passo para se ter tranquilidade em viajar - acompanhado ou não -é fazer um bom seguro de viagem com uma empresa do setor e deixar que ela resolva a burocracia. Se ela oferecer uma apólice top, é essa que se merece. Viajar sozinho pode ser uma experiência maravilhosa, envolvendo inspiração, independência, descobrimentos.
A liberdade é o mais poderoso anti estresse, porque, com ela, cada um é dono do seu tempo e responsável por suas decisões. E, quando se está só, geralmente se toma a mais correta.
As descobertas são mágicas, tiram-nos da idiotice, libertam-nos de preconceitos e nos fazem enxergar o mundo e as pessoas de maneira mais apurada.
As coisas adquirem um brilho diferente, tudo fica contemplativo, as feições com seus mistérios. Há sempre viajantes que se identificam, mutuamente e que estão na mesma. Procuram sensações semelhantes. Nas cidades pequenas, os habitantes locais são atentos, e, de acordo com os modos dos turistas, sempre oferecem sucos, vinhos, tortas, delícias guardadas em cada casa.
Educação é a linguagem universal, ela encurta o caminho das traduções, que podem ser feitas até por mímica ou nos atuais smartphones. E gentileza gera gentileza. Quem a pratica em seus roteiros turísticos, mesmo que esteja viajando só, sempre terá boas companhias, em pequenos vilarejos ou em suntuosos hotéis cinco estrelas.
E, depois de tudo, de rodar pelo mundo em 8 ou 80 dias, voltar para casa é a melhor de todas as sensações vivenciadas.
Mesmo que a casa esteja vazia, e que se entre nela como se saiu: só. Porém, com os sonhos realizados, e a energias reabastecidas. Até a próxima aventura”.

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