Quinta-Feira, 15 de Agosto de 2019
MUDANÇAS NA POLÍTICA DE PREÇOS DO GÁS DE COZINHA
Acréscimo dos custos de frete marítimo e reajustes sem periodicidade

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A diretoria executiva da Petrobrás divulgou algumas mudanças em sua política de preços do gás de cozinha. A partir de agora será adotada como referência o preço de paridade de importação. Com a mudança, o valor para o botijão de 13 kg terá o acréscimo dos custos de frete marítimo, transporte interno e uma margem para riscos da operação.


Outra mudança anunciada é que os reajustes passam a ser realizados sem periodicidade definida, como ocorre com a gasolina e o diesel, e terão como base as condições de mercado. Desde janeiro de 2018, o valor do botijão de gás de até 13 kg considerava a média móvel de cotações dos últimos 12 meses e os reajustes aconteciam a cada três meses.



Apesar das alterações, a Petrobrás garante que continuará atendendo à resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), que determina que os consumidores residenciais devam pagar preços inferiores aos praticados para os demais usos ou acondicionados em recipientes de outras capacidades. "Os preços do GLP industrial/comercial e do residencial envasado em botijões de até 13 kg (P13) passam a ter um alinhamento maior, embora mantido o atendimento à Resolução 4/2005 do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE)", afirma o comunicado.


Também entrou em vigor o novo preço do gás de cozinha. Agora, o valor do botijão de 13 quilos vendido nas refinarias às distribuidoras passa de R$ 26,20 para R$ 24,06. Entretanto, para o consumidor, esta redução pode não ser tão significativa, pois as distribuidoras ainda devem incorporar o valor de impostos (ICMS, PIS/Pasep e Cofins) e outros custos já que possuem liberdade para a prática de preços.

Fonte: Folha de São Paulo



Fonte: Inside Vip





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