BOLETIM ECONÔMICO ACE - PESQUISA MENSAL DO COMÉRCIO DO IBGE E BALANÇA COMERCIAL DO BRASIL E DE SÃO JOAQUIM DA BARRA
A Balança Comercial de São Joaquim apresentou superávit de US$18,6 milhões em setembro
A Associação Comercial Empresarial de São Joaquim da Barra divulgou o boletim econômico com os dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do IBGE e da Balança Comercial do Brasil e de São Joaquim da Barra.
A Balança Comercial de São Joaquim apresentou superávit de US$18,6 milhões em setembro.
Mês
O superávit comercial aumentou 35,3% na passagem de agosto (US$13,8 mi) para setembro (US$18,6 mi).
Produtos
Exportação
Os produtos com os maiores saldos foram os açúcares de cana com 46,6% (US$9,1 mi), o álcool etílico com 34,5% (US$6,8 mi), as tortas de soja com 17% (US$3,3 mi) e as máquinas e aparelhos para colheita com 0,7% (US$134 mil).
Importação
Os produtos com os maiores saldos foram os minérios de molibdénio com 38,2% (US$381 mil), os adubos minerais ou químicos com 22,8% (US$228 mil), os carbonatos e peroxocarbonatos com 14,3% (US$142 mil) e os adubos minerais ou químicos azotados com 7% (US$70 mil).
Países
Exportação
Os Países Baixos (Holanda) foi a maior compradora dos nossos produtos, respondeu por 34,5% (US$6,8 mi) das nossas exportações, seguido da Tailândia com 17% (US3,3 mi), da Costa do Marfim com 13,4% (US$2,6 mi), do Senegal com 6% (US$1,2 mi) e de Benin com 5,6% (US$1,1 mi).
Importação
A Chile foi o maior vendedor
para o nosso município, respondeu por 38,2% (US$381 mil) das nossas
importações, seguido da China com 31,6% (US$315 mil), da Coreia do Sul com
15,2% (US$152 mil) e do Reino Unido com 7% (US$70 mil).
BALANÇA COMERCIAL - BRASIL - 7 DE OUTUBRO DE 2020
A Balança Comercial brasileira foi superavitária em US$6,2 bilhões em setembro.
Mês
O saldo da balança comercial caiu 4,2% na comparação de agosto (US$6,4 bi) com setembro (US$6,2 bi).
Exportação
Os principais produtos exportados foram os minérios de ferro com 16,8% (US$3,1 bi), a soja com 8,9% (US$1,6 bi), os óleos brutos de petróleo com 7,9% (US$1,5 bi), o milho não moído com 5,9% (US$1,1 mi), os açúcares e melaços com 5,5% (US$1 bi), os farelos da soja com 3,2% (US$584 mi), as carnes de bovino congelada com 3,2% (US$583 mi), e a celulose com 2,5% (US$468 mi).
Importação
Os principais produtos importados foram os adubos ou fertilizantes com 6,5% (US$794 mi), os equipamentos de telecomunicações com 4,9% (US$609 mi), os óleos combustíveis de petróleo com 4,8% (US$589 mi), as válvulas e tubos termiônicas com 4,8% (US$589 mi), os compostos organo-inorgânicos com 4,5% (US$548 mi) e os inseticidas, rodenticidas com 3,3% (US$408 mi).
Países
Exportação
A China liderou as compras com 33% (US$6,1 bi), seguido dos Estados Unidos com 9,4% (US$1,7 bi), da Argentina com 4,4% (US$818 mi), dos Países Baixos (Holanda) com 3,1% (US$572 mi) e da Espanha com 2,9% (US$529 mi).
Importação
A China liderou as vendas com 23,1% (US$2,8 bi), seguido dos Estados Unidos com 14,8% (US$1,8 bi), da Argentina com 5,8% (US$711 mi) e da Alemanha com 5,5% (US$673 mi).
VENDAS NO COMÉRCIO - 8 DE OUTUBRO DE 2020
As vendas no comércio cresceram 3,4% em agosto, a quarta alta seguida.
O comércio varejista cresceu 3,4%, em agosto, na comparação com julho, a quarta alta mensal seguida, após quedas influenciadas pela pandemia em março e abril. Com o resultado, o setor atinge o maior patamar de vendas desde 2000, ficando 2,6% acima do recorde anterior, de outubro de 2014.
Na comparação com agosto de 2019, o comércio cresceu 6,1%, terceiro resultado positivo consecutivo. No acumulado do ano (-0,9%), enquanto nos últimos 12 meses, acumula crescimento de 0,5%.
Cinco das 8 atividades pesquisadas tiveram alta na passagem de julho para agosto. Entre as que apresentaram maior crescimento estão tecidos, vestuário e calçados (30,5%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (10,4%), móveis e eletrodomésticos (4,6%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (1,5%) e combustíveis e lubrificantes (1,3%).
Os demais setores em queda foram hipermercados, supermercados, (- 2,2%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-1,2%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-24,7%).
No comércio varejista ampliado, que inclui Veículos, motos, partes e peças e de Material de construção, o volume de vendas cresceu 4,6% em relação a julho. Em relação a agosto de 2019, cresceu 3,9%, segunda taxa positiva consecutiva. O acumulado nos últimos 12 meses foi de -1,7%.
Veículos, motos, partes e peças cresceu 8,8% e Material de construção avançou 3,6%, após ambos crescerem 12,3% e 5,9%, respectivamente, no mês anterior.















