BOLETIM ECONÔMICO ACE – PESQUISA MENSAL DO COMÉRCIO (PMC) E BALANÇA COMERCIAL DO BRASIL E DE SÃO JOAQUIM DA BARRA
A Balança Comercial de São Joaquim apresentou superávit de US$12,7 milhões em novembro. Mês
A Associação Comercial Empresarial de São Joaquim da Barra divulgou o boletim econômico com os dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do IBGE e da Balança Comercial do Brasil e de São Joaquim da Barra.
Balança Comercial - SJB 9 de dezembro de 2020
A Balança Comercial de São Joaquim apresentou superávit de US$12,7 milhões em novembro.
Mês
O superávit comercial caiu 58,5% na passagem de outubro
(US$30,5 mi) para novembro (US$12,7 mi).
Produtos - Exportação
Os produtos com os
maiores saldos foram os açúcares de cana com 95,9% (US$12,7 mi), os adubos
minerais com 1,3% (US$173 mil), as máquinas e aparelhos para colheita com 0,9%
(US$120 mil) e as partes e acessórios de veículos com 0,6% (US$80 mil).
Importação
Os produtos com os maiores saldos foram os adubos minerais
ou químicos com 51,6% (US$314 mil), os adubos minerais ou químicos azotados com
11,6% (US$71 mil), os aparelhos e dispositivos aquecidos eletricamente com
10,2% (US$62 mil) e os outros ácidos inorgânicos com 9,2% (US$56 mil).
Países - Exportação
Gana foi o maior comprador dos nossos produtos, respondeu
por 25% (US$3,3 mi) das nossas exportações, seguido de Gâmbia com 21,1% (US$2,8
mi), da Mauritânia com 16,1% (US2,1 mi), de Togo com 7,3% (US$966 mil) e da
China com 5,7% (US$756 mil).
Importação
O Chile foi o maior vendedor
para o nosso município, respondeu por 51,6% (US$314 mil) das nossas
importações, seguido da China com 17,6% (US$107 mil), do Reino Unido com 11,6%
(US$71 mil) e da Alemanha com 10,2% (US$62 mil).
Balança Comercial - Brasil 9 de dezembro de 2020
A Balança Comercial brasileira foi superavitária em US$3,7 bilhões em novembro.
Mês
O saldo da balança comercial caiu 30,4% na comparação de outubro (US$5,4 bi) com novembro (US$3,7 bi).
Exportação
Os principais produtos exportados foram os minérios de ferro com 14,8% (US$2,6 bi), os óleos brutos de petróleo com 8,3% (US$1,5 bi), os açúcares e melaços com 5,1% (US$902 mi), o milho não moído com 5,1% (US$888 mi), as carnes de bovino fresca, refrigerada ou congelada com 4,2% (US$739 mi), os farelos da soja com 3,4% (US$588 mi), o café não torrado com 3,3% (US$578 mi) e a celulose com 3,1% (US$551 mi).
Importação
Os principais produtos importados foram os adubos ou fertilizantes com 6% (US$829 mi), os equipamentos de telecomunicações com 4,8% (US$661 mi), os óleos combustíveis de petróleo com 4% (US$556 mi), as válvulas e tubos termiônicas com 3,8% (US$518 mi) e os compostos organo-inorgânicos com 2,8% (US$381 mi).
Países - Exportação
A China liderou as compras com 27% (US$4,7 bi), seguido dos Estados Unidos com 10,7% (US$1,9 bi), da Argentina com 5,4% (US$939 mi), dos Países Baixos (Holanda) com 3,4% (US$594 mi) e da Alemanha com 2,5% (US$446 mi).
Importação
A China liderou as vendas com 24,6% (US$3,4 bi), seguido dos Estados Unidos com 14,8% (US$2 bi), da Alemanha com 5,4% (US$751 mi) e da Argentina com 4,8% (US$664 mi).
Vendas no comércio - 10 de dezembro de 2020
As vendas no comércio cresceram 0,9% em outubro, a sexta alta seguida.
As vendas do comércio varejista cresceram 0,9% em outubro, sexta taxa positiva consecutiva desde maio. Com isso, o patamar do varejo bateu recorde pela terceira vez seguida, ficando 0,9% acima de setembro e 8,0% superior a fevereiro, nível pré-pandemia.
Em relação a outubro de 2019, o comércio cresceu 8,3%, no ano, 0,9% e no acumulado em 12 meses ficou em 1,3%. Entre as oito atividades pesquisadas, sete tiveram taxas positivas na comparação com setembro: Tecidos, vestuário e calçados (6,6%), Livros, jornais, revistas e papelaria (6,6%), Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (3,7%), Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (2,3%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (1,9%), Combustíveis e lubrificantes (1,1%) e Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,6%).
Apenas o setor de Móveis e eletrodomésticos (-1,1%) recuou. Na comparação com setembro, o volume de vendas do varejo foi positivo em 22 das 27 unidades da federação, com destaque para Bahia (3,5%), Piauí (3,1%) e Mato Grosso do Sul (2,9%).
Pressionando negativamente, figuram cinco das 27 unidades da federação, com destaque para: Tocantins (-5,4%), Roraima (-2,2%) e Pará (-0,7).
No varejo ampliado, que inclui Veículos, motos, partes e peças e Material de construção, o volume de vendas cresceu 2,1% em relação a setembro de 2020, sexta variação positiva consecutiva.
Em relação a outubro de 2019, o varejo ampliado cresceu 6,0%, no ano ficou em -2,6% e no acumulado nos últimos 12 meses (-1,4%).















