BOLETIM ECONÔMICO ACE - RELATÓRIO FOCUS E DO VOLUME DE CRÉDITOS E DAS TAXAS DE JUROS
A taxa do cheque especial para as empresas caiu para 290% em novembro.
A Associação Comercial Empresarial de São Joaquim da Barra divulgou o boletim econômico com os dados do Relatório Focus e do Volume de Créditos e das Taxas de Juros.
OPERAÇÕES DE CRÉDITO - 23 DE DEZEMBRO DE 2020
O volume total de crédito em novembro alcançou R$4
trilhões, crescimento de 15,6% em relação a 2019.
O saldo das operações de crédito cresceram 2% na passagem de
outubro para novembro.
Crédito Total
O volume total de crédito fechou novembro em R$ 3,954
trilhões, crescimento de 2% sobre o mês anterior e de 15,6% sobre o mesmo mês
do ano anterior.
PJ e PF
O volume de crédito para Pessoas Jurídicas com R$1,8
trilhão, cresceram 2% em relação ao mês anterior. O volume de crédito para
Pessoas Físicas com R$2,2 trilhões, cresceram 2% em relação ao mês anterior.
Recursos Direcionados
Os recursos direcionados com R$ 1,7 trilhão, cresceram 1,3%
em relação ao mês anterior e 13,8% sobre o mesmo mês do ano anterior
Recursos Livres
Os recursos livres com R$ 2,3 trilhões, cresceram 2,5% em
relação ao mês anterior e 16,9% em relação ao mesmo mês do ano anterior.
Concessões de Crédito
PJ e PF - As concessões de crédito para PJ cresceram
9,5% e para PF cresceram 4% em relação a outubro, totalizando R$376 bilhões em
outubro.
Recursos Livres e
Direcionados - As concessões de crédito para Recursos Livres cresceram 5,9%
e para os Direcionados 10,1% em relação a outubro, totalizando R$376 bilhões em
novembro.
TAXA DE JUROS - PJ 23 DE DEZEMBRO DE 2020
A taxa do cheque especial para as empresas caiu para 290% em novembro.
Recursos Livres - Novembro/20 x Outubro/20
A taxa média de juros para as empresas subiu 0,2 p.p, de outubro (12%) para novembro (12,2%). O spread subiu de 7,6 p.p. para 7,7 p.p. Os prazos das concessões subiram de 24,9 meses para 28,7 meses. A inadimplência se manteve estável em 1,5%.
As linhas de créditos com as maiores taxas em novembro foram as do Cheque Especial com 289,9%, da Conta Garantida com 28,8%, do Cartão de Crédito Total com 26,5%, do Desconto de Cheques com 24% e do Capital de Giro – teto rotativo com 20,3%.
Recursos Direcionados - Novembro/20 x Outubro/20
A taxa média de juros para as empresas subiu 0,1 p.p. de outubro (7,7%) para novembro (7,8%). O spread caiu de 3,2 p.p. para 2,7 p.p.
O prazo das concessões caíram de 93,2 meses para 84,5 meses. A inadimplência caiu de 1,4% para 0,9%. As linhas de créditos com as maiores taxas em novembro foram as do BNDES Financ. Capital de Giro com 9,7%, do BNDES Financ.
Investimentos com 8,6%, do Financiamento Imobiliário (taxas reguladas) com 8,3%, do Financiamento Imobiliário (taxas de mercado) com 8,1%, do BNDES Financ. Agroindustrial com 7,5%, do Crédito Rural (taxas de mercado) com 5,6% e do Crédito Rural (taxa reguladas) com 3,9%.
TAXA DE JUROS - PF 23 DE DEZEMBRO DE 2020
A taxa do cheque especial ultrapassou os 113 % em novembro
Recursos Livres - Novembro/20 x Outubro/20
A taxa média de juros para as famílias, caiu 0,7 p.p. na comparação de outubro (38,8%) com novembro (38,1%). O spread caiu de 33,3 p.p. para 32,5 p.p. Os prazos das concessões caíram de 61,4 meses para 61 meses.
A inadimplência caiu de 4,5% para 4,3%. As linhas de créditos com as maiores taxas em novembro foram as do Cartão de Crédito Rotativo não Regular com 339,8%, do Cartão de Crédito Rotativo Regular com 292,1%, do Cartão de Crédito Parcelado com 146,5%, do Cheque Especial com 113,6% e do Crédito Não Consignado com 80,3%.
Recursos Direcionados - Novembro/20 x Outubro/20
A taxa média de juros para as famílias, se manteve estável em novembro (6,9%). O spread se manteve estável em 4,8 p.p. O prazo das concessões aumentaram de 269,9 meses para 271,4 meses. A inadimplência subiu de 1,3% para 1,4%. As linhas de créditos com as maiores taxas em novembro foram as do Microcrédito com 33,%, do Crédito Rural (taxas de mercado) com 7,9%, do Financ. Imobiliários (taxas de mercado) com 7,8%, do BNDES Financ.
Investimentos com 7,6%, do Financiamento Imobiliário (taxas reguladas) com 7%, do BNDES Financ. Agroindustrial com 6,6% e do Crédito Rural (taxas reguladas) com 5,1%.















