BOLETIM ECONÔMICO ACE - PESQUISA DE EMPREGO (PNAD) DO IBGE

A taxa de desocupação no trimestre encerrado em novembro foi de 14,1% e 14 milhões de pessoas estavam desempregadas



Confira o boletim econômico da ACE – Associação Comercial Empresarial de São Joaquim da Barra com os dados da Pesquisa de Emprego (Pnad) do IBGE.

 

PESQUISA DE EMPREGO – Pnad continua (IBGE) – novembro/2020

A taxa de desocupação no trimestre encerrado em novembro foi de 14,1% e 14 milhões de pessoas estavam desempregadas.

A população ocupada na informalidade foi estimada em 33,5 milhões de trabalhadores, representando 39,1% do total da população ocupada.

Com relação a população subutilizada, falta emprego para 32,2 milhões de brasileiros.

 A população ocupada foi estimada em 85,6 milhões de pessoas, alta de 4,8% sobre o trimestre-móvel anterior e queda de 9,4% sobre o mesmo trimestre do ano anterior.

A população desempregada foi estimada em 14 milhões de pessoas, alta de 1,7% sobre o trimestre-móvel anterior e de 18,2% sobre o mesmo trimestre do ano anterior.

A população na força de trabalho (PEA) foi estimada em 99,6 milhões de pessoas, alta de 4,3% sobre o trimestre-móvel anterior e queda de 6,3% sobre o mesmo trimestre do ano anterior.

A população fora da força de trabalho foi estimada em 76,4 milhões de pessoas, queda de 3,4% sobre o trimestre-móvel anterior e alta de 17,3% sobre o mesmo trimestre do ano anterior.

A população em idade de trabalhar (PIA) foi estimada em 176 milhões de pessoas, alta de 0,8% sobre o trimestre-móvel anterior e de 2,7% sobre o mesmo trimestre do ano anterior.

  


TAXAS

A taxa de ocupação foi de 48,6%, aumento de 1,8 p.p. sobre o trimestre-móvel anterior e redução de 6,5 p.p. sobre o mesmo trimestre do ano anterior.

A taxa de população fora da força de trabalho foi de 43,4%, redução de 1,9 p.p. sobre o trimestre-móvel anterior e aumento de 5,4 p.p. sobre o mesmo trimestre do ano anterior.

A taxa de desocupação foi de 14,1%, redução de 0,4 p.p. sobre o trimestre-móvel anterior e aumento de 2,9 p.p. sobre o mesmo trimestre do ano anterior.

A taxa de subutilização foi de 29%, redução de 1,6 p.p. sobre o trimestre-móvel anterior e aumento de 5,7 p.p. sobre o mesmo trimestre do ano anterior.

 

POPULAÇÃO SUBUTILIZADA

A população de trabalhadores subutilizados foi estimada em 32,2 milhões de pessoas, queda de 3,5% sobre o trimestre-móvel anterior e alta de 21% sobre o mesmo trimestre do ano anterior.

A população de desalentados, pessoas que desistiram de procurar emprego por ser muito jovem ou muito idoso ou por não terem experiência, foi estimada em 5,7 milhões de pessoas, queda de 2,2% sobre o trimestre-móvel anterior e alta de 22,9% sobre o mesmo trimestre do ano anterior.

A população de não desalentados, pessoas que procuraram trabalho mas não estavam disponíveis foi estimada em 5,7 milhões de pessoas, queda de 26,1% sobre o trimestre-móvel anterior e alta de 83,4% sobre o mesmo trimestre do ano anterior.

A população de subocupados por insuficiência de horas trabalhadas, pessoas que gostariam de trabalhar mais de 40 horas, foi estimada em 6,7 milhões de pessoas, alta de 12,6% sobre o trimestre-móvel anterior e queda de 3,4% sobre o mesmo trimestre do ano anterior.

 

RENDIMENTOS

O rendimento médio real do trabalhador foi estimado em R$2.517, queda de 2,7% sobre o trimestre-móvel anterior e alta de 4% sobre o mesmo trimestre do ano anterior.

A massa de rendimento real de todos os trabalhos foi estimada em R$210,1 bilhões, alta de 1,9% sobre o trimestre-móvel anterior e queda de 5,9% sobre o mesmo trimestre do ano anterior.

 

OCUPAÇÃO POR SETORES

A população ocupada foi estimada em 85,6 milhões de pessoas, alta de 4,8% sobre o trimestre-móvel anterior e queda de 9,4% sobre o mesmo trimestre do ano anterior.

Do total da população ocupada, 39,1% se encontravam na informalidade, correspondendo a 33,5 milhões de pessoas, alta de 7,9% sobre o trimestre-móvel anterior e queda de 13,8% sobre o mesmo trimestre do ano anterior.

O emprego com carteira no setor privado foi estimado em 30 milhões de pessoas, alta de 3,1% sobre o trimestre-móvel anterior e queda de 10,3 % sobre o mesmo trimestre do ano anterior.

O emprego sem carteira no setor privado foi estimado em 9,7 milhões de pessoas, alta de 11,2% sobre o trimestre-móvel anterior e queda de 17,6% sobre o mesmo trimestre do ano anterior.

O trabalho por conta própria formal, foi estimado em 5,4 milhões de pessoas, alta de 6,6% sobre o trimestre-móvel anterior e de 7,8% sobre o mesmo trimestre do ano anterior.

O trabalho por conta própria informal, foi estimado em 17,5 milhões de pessoas, alta de 6,6% sobre o trimestre-móvel anterior e queda de 10,5% sobre o mesmo trimestre do ano anterior.

O empregador formal, foi estimado em 3,3 milhões de pessoas, alta de 1,1% sobre o trimestre-móvel anterior e queda de 11,7% sobre o mesmo trimestre do ano anterior.

O empregador informal, foi estimado em 661 mil de pessoas, queda de 2,7% sobre o trimestre-móvel anterior e de 16,6% sobre o mesmo trimestre do ano anterior.

O empregado no setor público foi estimado em 12,2 milhões de pessoas, alta de 2,3% sobre o trimestremóvel anterior e de 4,3% sobre o mesmo trimestre do ano anterior.

 O trabalho doméstico com carteira, foi estimado em 1,3 milhão de pessoas, queda de 5,3% sobre o trimestre-móvel anterior e de 28,1% sobre o mesmo trimestre do ano anterior.

O trabalho doméstico sem carteira, foi estimado em 3,5 milhões de pessoas, alta de 9,4% sobre o trimestremóvel anterior e queda de 23,3% sobre o mesmo trimestre do ano anterior.

 

OCUPAÇÃO POR GRUPAMENTO DE ATIVIDADES

No trimestre encerrado em novembro, todas as atividades apresentaram saldos positivos sobre o trimestremóvel anterior e na comparação com o mesmo período do ano passado, somente agricultura e administração pública, as demais apresentaram saldos negativos.

O comércio gerou 853 mil vagas, a indústria geral com 465 mil, a construção com 458 mil, a administração pública com 427 mil, alojamento e alimentação com 401 mil, a informação, comunicação e atividades financeiras e imobiliárias com 363 mil, a agricultura com 258 mil, os serviços domésticos com 256 mil, o transporte, armazenamento e correios com 238 mil e os outros serviços com 193 mil.

A ocupação no comércio e reparadores de veículos e motos foi estimada em 16 milhões de pessoas, alta de 5,6% sobre o trimestre-móvel anterior e queda de 10,4% sobre o mesmo trimestre do ano anterior.

A ocupação na administração pública, defesa, seguridade, educação, saúde humana e serviços sociais foi estimada em 16,6 milhões de pessoas, alta de 2,6% sobre o trimestre-móvel anterior e de 0,4% sobre o mesmo trimestre do ano anterior.

A ocupação na indústria geral foi estimada em 11 milhões de pessoas, alta de 4,4% sobre o trimestremóvel anterior e queda de 9,4% sobre o mesmo trimestre do ano anterior.

A ocupação na informação, comunicação e atividades financeiras, mobiliária e administrativas foi estimada em 10,3 milhões de pessoas, alta de 3,7% sobre o trimestre-móvel anterior e queda de 2,9% sobre o mesmo trimestre do ano anterior.

A ocupação na agricultura foi estimada em 8,5 milhões de pessoas, alta de 3,1% sobre o trimestre-móvel anterior e de 1,1% sobre o mesmo trimestre do ano anterior.

A ocupação na construção foi estimada em 5,9 milhões de pessoas, alta de 8,4% sobre o trimestre-móvel anterior e queda de 14,5% sobre o mesmo trimestre do ano anterior.



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