BOLETIM ACE - SÃO JOAQUIM DA BARRA REGISTROU SALDO POSITIVO DE 349 VAGAS EM 2020

O saldo positivo de 349 postos de trabalho foi resultado de 3.487 admissões menos 3.138 desligamentos



A ACE de São Joaquim da Barra divulgou o Boletim Econômico com os dados da Geração de Emprego Formal (CAGED) do Brasil e SJB, do Resultado Primário Consolidado do Banco Central e das Contas e Dívidas do Governo Federal.

CAGED – GERAÇÃO DE EMPREGO FORMAL – SJB – 2020

A cidade de São Joaquim da Barra registrou saldo positivo de 349 vagas em 2020, superior às 281 vagas de 2019. O saldo positivo de 349 postos de trabalho foi resultado de 3.487 admissões menos 3.138 desligamentos.

Todos os seis setores apresentaram saldos positivos em 2020, a indústria liderou com a geração de 195 (55,9%) vagas, seguido de serviços com 91 (26,1%) vagas.

Em 2020, o sexo masculino liderou com 255 (73,1%) vagas, a faixa etária entre 18 e 24 anos com 277 (79,4%) vagas e com relação ao grau de instrução, o ensino médio completo com 317 (90,8%) vagas.

 

SÃO JOAQUIM DA BARRA E REGIÃO

As cidades que apresentaram saldos positivos em 2020 foram as cidades de Orlândia com geração de 611 vagas, seguido de São Joaquim da Barra com 349 vagas, Morro Agudo com 129 vagas, Sales Oliveira com 10 vagas e Batatais e Guará com 5 vagas.

Com saldo negativo, as cidades de Igarapava com fechamento de 151 vagas, seguido de Ituverava com 131 vagas, Miguelópolis com 46 vagas, Guaíra com 42 vagas, Ipuã com 32 vagas e Pedregulho com 4 vagas.

 

CAGED – GERAÇÃO DE EMPREGO FORMAL – BRASIL - 2020

O ano de 2020 fechou com saldo positivo de 143 mil vagas, abaixo das 644 mil geradas em 2019. Em 2020 foi registrado saldo positivo de 142.690 postos de trabalho, resultado decorrente de 15.166.221 admissões e de 15.023.531 desligamentos.

Em 2020, dos cinco setores, apenas o setor de serviços apresentou saldo negativo na geração de emprego, fechou 132.584 vagas.

 

REGIÃO E ESTADOS DO PAÍS

No ano de 2020, dezenove estados apresentaram saldos positivos na geração de empregos. A Região Sul liderou o ano com a geração de 85.500 postos de trabalho, seguido da Região Norte com 62.265 postos, da Região Centro-Oeste com 51.048 postos e da Região Nordeste com 34.689 postos.

Somente a Região Sudeste apresentou saldo negativo, fechou 88.785 postos de trabalho, impactada principalmente pelo estado do Rio de Janeiro.


 

 


 


RESULTADO PRIMÁRIO 29 DE JANEIRO DE 2021

O Resultado Primário Consolidado foi deficitário em R$703 bilhões em 2020.

Mês

No mês de dezembro, o resultado primário consolidado apresentou déficit de R$51,8 bilhões, sendo R$44,6 bilhões do Governo Federal, R$5,9 bilhões de Governos Regionais e de R$1,3 bilhão de Empresas Estatais. As operações favoráveis com swap cambial em R$8 bilhões em dezembro, contribuíram para a redução da “conta juros nominais”.

2020

O resultado primário consolidado em 2020 foi deficitário em R$703 bilhões (9,5% do PIB), sendo R$745,3 bilhões (10,1% do PIB) do Governo Federal, superávit de R$38,7 bilhões (0,5% do PIB) de Governos Regionais e R$3,6 bilhões (0,1% do PIB) de Empresas Estatais. As operações desfavoráveis com swap cambial totalizaram R$40,8 bilhões (0,6% do PIB).

Dívida Pública

A Dívida Bruta do Governo Geral (Governo Federal, INSS, governos estaduais e governos municipais) em 2020 alcançou os R$6,6 trilhões, representando 89,3% do PIB, aumento de 15 p.p. sobre 2019 (74,3%). A dívida líquida do setor público alcançou os R$4,7 trilhões, correspondendo a 63% do PIB, aumento de 8,4 p.p. sobre 2019 (54,6%)

 

 

DÍVIDA PÚBLICA FEDERAL 28 DE JANEIRO DE 2021

A dívida cresceu 17,9% em 2020 e atingiu os R$5 trilhões.

Em 2020 a dívida púbica federal cresceu R$761 bilhões (17,9%) em relação ao ano de 2019. A DPF total foi de R$ 5,010 trilhões, composta da DPMF-i com R$4,766 trilhões e da DPF-e com R$ 0,244 trilhão.

Prazo e vida média

O prazo e vida média da DPF caiu de 5,42 anos em 2019 para 4,83 anos em 2020.

Custo médio acumulado

O custo médio da DPF caiu 0,33 p.p. na comparação de 2019 (8,71%) com 2020 (8,37%).

Detentores da Dívida

Os detentores que reduziram suas participações de 2019 para 2020 foram os Fundos de Investimentos passando de 26,68% para 25,98%, os Fundos de Previdência de 24,89% para 22,65%, os Não-residentes de 10,43% para 9,24%, o Governo de 3,97% para 3,77%, as Seguradoras de 3,94% para 3,68% e os Outros de 5,41% para 5,07%. O único detentor que aumentou a participação de 2019 para 2020 foi as Instituições Financeiras passando de 24,69% para 29,62%.

Composição da Dívida

Os títulos Pós-fixados com 34,81%, os Prefixados com 34,78%, os atrelados ao Índice de Preços com 25,30% e ao Câmbio com 5,11%.

Distribuição dos Vencimentos

Com 27,57% até 12 meses, 18,78% os títulos com vencimentos acima de cinco anos, 15,59% com prazos entre um e dois anos, 14,22% entre dois e três anos, 14,21% entre três e quatro anos e 9,64% entre quatro e cinco anos.



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