VENDAS NO COMÉRCIO TIVERAM ALTA EM 2020

As vendas cresceram 1,2% em 2020, a quarta alta seguida, aponta relatório da ACE - São Joaquim da Barra



 O comércio cresceu 1,2% em 2020. O resultado neste último ano se deu de maneira desigual entre os setores, apresentando decréscimo no primeiro semestre e acréscimo no segundo.

O comércio varejista ampliado, por sua vez, acumulou queda de 1,5% em 2020, primeiro resultado negativo após três anos consecutivos acumulando ganhos.


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No ano de 2020, cinco setores tiveram alta: material de construção, móveis e eletrodomésticos, artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos, hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo e outros artigos de uso pessoal e doméstico.

Por outro lado, livros, jornais, revistas e papelaria, tecidos, vestuário e calçados, automóveis, motos, partes e peças, equipamentos e material para escritório, informática e comunicação e combustíveis e lubrificantes fecharam o ano em queda.

Em relação a dezembro de 2019, o comércio varejista cresceu 1,2%, com quatro das oito atividades registrando taxas positivas. As atividades com crescimento: artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos, hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, móveis e eletrodomésticos e outros artigos de uso pessoal e doméstico.


Por outro lado, as atividades que apresentaram queda: combustíveis e lubrificantes, tecidos, vestuário e calçados, equipamentos e material para escritório, informática e comunicação e livros, jornais, revistas e papelaria.

As atividades que compõem o comércio varejista ampliado tiveram desempenho positivo: veículos e motos, partes e peças e material de construção.


INFLAÇÃO

A inflação desacelera em janeiro e fecha em alta de 0,25%.

Após quatro meses de altas escalonadas, variando de 0,64% em setembro a 1,35% em dezembro, a inflação desacelerou em janeiro, registrando 0,25%, sendo o menor índice desde agosto de 2020 (0,24%). Nos últimos 12 meses, o indicador acumula alta de 4,56%.

Alimentos e bebidas continuam a puxar os preços para cima, mas com menos força. Além disso, a mudança de bandeira nas contas de energia elétrica e as quedas nos preços de passagens aéreas ajudaram a segurar a inflação em janeiro.

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, sete tiveram alta em janeiro. A maior variação vieram do grupo Alimentação e bebidas. A segunda maior contribuição positiva veio dos Transportes e a segunda maior variação, dos Artigos de residência. O grupo Habitação, por sua vez, caiu em relação ao mês anterior, com o maior impacto negativo. Os demais grupos ficaram entre o recuo de 0,07% em Vestuário e a alta de 0,39% em Despesas pessoais.

Os alimentos para consumo no domicílio, subiram menos em janeiro, já a alimentação fora do domicílio seguiu movimento inverso, passando de 0,77% em dezembro para 0,91% em janeiro.

Já no que diz respeito aos índices regionais, apenas duas das dezesseis áreas pesquisadas apresentaram variação negativa. O menor resultado ficou com o município de Goiânia-GO, influenciado pela queda de 7,53% na energia elétrica, e o maior com Campo Grande-MS, onde pesaram as altas da gasolina (2,42%) e da taxa de água e esgoto (4,90%).




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